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De encontro marcado com a Natureza

Quando cheguei tu já estavas presente com a tua pontualidade aguçada. Recebeste-me como a noite recebe as corujas, como o amanhecer recebe o orvalho ou como o entardecer recebe as silhuetas tropicais das árvores. Eras bela, de caráter selvagem e medieval, mas camuflada de tranquilidade, pedaços de frescura e uma harmonia palpável. A terra remexida afirmava os meus passos e cada um deles era como uma jornada de paz há muito desejada, como se o reencontro com nós próprios não fosse uma questão de distância mas uma questão de pureza circunstancial. Ali, não precisava de caminhar para estar perto de algo, como no nosso dia a dia em que a sociedade nos faz crer que o stress é o desenho dos nossos pés e que parados não somos seres produtivos. Ali o reencontro dá-se ao sabor da solidão, do silêncio, ao sabor do nada que é tudo. O maior ato de produção é o da consciência do nosso "eu", a refleção desmedida sobre a vida e o que esperamos dela, o protagonismo que damos ao nosso inter…

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