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Espontâneo

Por entre a insónia do meu ser procuro a inspiração no caminho dos eufemismos e silêncios. Imagino o som dos sinos e a sua profundidade é tão real que ecoa por estas linhas. São sinos como poderiam ser anjos, pianos, danças com pés descalços, crianças a brincar ou pinturas faciais indianas de quem todos os dias brinda à vida. Esse som profundo que ouço transpira isso mesmo: vida. Debruço-me sobre a mesa, não à espera de notícias arrebatadoras, nem de palmas, nem fogo de artifício a iluminar a vizinhança, mas esperando pequenos recomeços de alegria interior, valorização pessoal e luz própria. Esperando sobretudo verdade em cada palavra que pronuncio. A verdade por detrás da nossa existência, a vontade de expressão das coisas mais simples. A folha que carrega as gotículas de chuva, a sombra de uma nuvem desenhada no chão, o gato que espera o seu dono à porta, duas mãos quase centenárias que se entrelaçam na rua, o positivismo do senhor das pizzas ao afirmar que cada dia de trabalho pas…

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