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(in)temporal

Oiço o piano intemporal da minha vida. Oiço passos firmes que ecoam na alma, silêncios devoradores, papéis queimados e a queimar a minha lucidez. Entro no compasso de escrita e de amor. Emerge o meu mundo sobrenatural que em nada se cruza com o trivial chão que pisamos. Sinto-me a perder o caráter físico, despida, a levitar e a ser expectadora da minha louca consciência. É então que vejo luzes moribundas de dor, os vultos assombrosos dos nossos medos, o véu negro da solidão a aquecer o córtex da nossa inspiração. Vejo grutas de escuridão a querer anunciar a luz, palavras de loucura a quererem anunciar a vida. Por momentos, sinto o medo de perder alguém que não existe, de cair nos penhascos da vida mesmo sem derrocada, de perder a voz em gritos sufocantes e imaginários, medo de não ser ninguém para ninguém. Medo de que o mundo não se lembre de mim. Sinto a efemeridade da vida aos meus pés, como um feitiço avassalador, como uma forma letal de manipular as minhas emoções e é por isso que…

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