domingo, 26 de fevereiro de 2012

Voluntariado 13#

Ficaram todos deliciados com lindos poemas daqui da terrinha! ahah
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Frase do dia: As vossas caras parecem de uma rosa, não têm nada onde se lhe apontar! (senhor A*)

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Será um: adeus Inverno?

humm, temperatura máxima de 19 graus. Quererá dizer alguma? Será que as flores vieram brotar mais rápido este ano? e que os folhos e as cores vivas se vão instalar no nosso guarda-fatos mais cedo do que esperávamos?

sábado, 18 de fevereiro de 2012

First disco

Por entre tortos caminhos e bermas descabidas, uma discoteca avistei. Rezei para que me não arrependesse, fiz figas para que não fosse algo desprovido de sentido e consciencializei-me que ia ser uma experiência de vida como tantas outras. Um cenário de fumo, de volumes altos, de escassez de roupa, de dança, de espampanantes personalidades, cores inimagináveis de bebidas e meras gotas nos usados copos de cristal, onde todos se procuravam destacar naqueles decímetros quadrados com um distinto batimento de pés e mãos, proliferando auto-confiança. Ali, a inocência é posta de parte, as regras são quebradas, o álcool e o tabaco tornam-se o passaporte de entrada e a euforia é total! Vejo aqueles "frequentadores" como pequenos diabinhos, com o trident e os chifres, como quem se desvia do mundo real. Foco-me naqueles que ébrios se encontram, naquele desfilar de quem entra, nos que melhor sabem as letras das músicas, nos olhares que se concentram nos alvos da festa e em todo o cenário hipnotizante e florescente, que nos amarra com tonturas e incessantes e trémulos feixes de luz branca que reveste as pessoas de píxeis, como se fossemos desenhos animados. Ser social, naquele local, é estender a mão e sentir o ritmo da música, é manipular o nosso instinto de nos dissiparmos pelos ares, tal como o cinzento fumo, é banalizar a rotina, pisar os costumes, deitar fora a pacatez e dizer não à clausura! Entramos com uma constante nuvem hipotética, mas saímos com a ideia definida de que a diversão não é nenhum crime, contudo, ter uma vida de vícios é perfeitamente discutível.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Voluntariado 12#

Malhão, alecrim, todos me querem e a minha saia velhinha foram alguns dos temas cantados com toda a garra e ânimo possíveis para animar este vigésimo dia Mundial do Doente! Muitos cantores foram descobertos, muitos sorrisos destacados, muitas presenças que não disfarçaram a sua alegria e muita amizade. Acabámos com uma linda oração e muitos miminhos, que eles adoram!
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Frase do dia: "Vocês são tão limpas, não têm peneiras nenhumas!" ( senhora B*) 

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Auge invernal

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Teste Intermédio a mat. A

Mais um chato teste de formalidades, onde temos de controlar o aumento das pupilas e os nervos, por ouvir vezes sem conta que não podemos escrever o nome na folha de prova e usar verniz corretor. Blá, blá, blá.
Tá feito, é o que posso dizer!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Quem diria que um filme numa aula de Filosofia e uma mão cheia de pipocas combinasse tão bem! humm...

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Quebrar a monotonia

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Sim ou Não!... são as respostas que posso trazer daquele lugar, daqueles metros quadrados que roubam espaço à minha vida, que me subtrai anos de vida, que me divide as felicidades e me acrescenta rugas e olheiras pelas cascatas de meus olhos... Pela estrada levo comigo os medos, as angústias e sempre expectante de que aquele cenário hipotético finde ali mesmo. Ali, naquela estrada negra, assombrada por maus agoiros. Uma estrada com o mesmo alcatrão, as mesmas tintas, as mesmas bermas, as mesmas monótonas placas que tantas outras. Aparentemente, tudo normal. Talvez os tons da paisagem tangente àquela estrada me quisessem subornar com galanteios, mas logo olhava em vão e me lembrava do que me trouxera ali, para aquele ninho de feras ainda com sangue nos dentes. Ver aquele chão, que outrora pisei, aquela entrada, que outrora me dava esperanças, aquele corredor, que outrora me fez sorrir, aquele canto, que outrora me fez chorar de felicidade, despoletou em mim o mesmo sentimento trémulo com que abandonei aquele lugar pela última vez. Rezava e ouvia até coisas positivas, mas brotava somente em mim um sobressalto que me fazia questionar porque estava ali, o que fazia ali e porquê eu a deixar impressões digitais naquele inóspito lugar, pela segunda vez consecutiva... inundo-me de questões e de pessimismos para que a primeira vez não sirva de molde. Lembro-me de ficar enternecida quando lá cheguei e de uns dias depois andar sufocada com tamanha brutalidade inesperada. Pensei que não passava de um pesadelo, mas enganei-me, era real, e só o notei quando senti a maçaneta da porta na minha mão direita, foi então que soube que mais um pedaço de mim ali iria ficar ao fim daquele dia.

Voluntariado 11#

Bem, hoje foi um dia daqueles em que foi fácil instalar a boa disposição nas pessoas. E é destes dias que gosto! Jogou-se às cartas, uma senhora tornou o seu sonho real de pintar as unhas de cor-de-rosa, conversou-se muito, mostraram-se muitas fotos, fizeram-se muitos elogios, arrancaram-se muitos sorrisos até daqueles que outrora falavam pouco, falou-se dos tempos da agricultura e abordaram-se temas bastante atuais com aqueles que mais informados se encontravam!
Frase do dia: "Antes toda a gente andava a cantar e a dançar, agora não se vê ninguém nas terras a cantar!" (senhora C*)