terça-feira, 5 de julho de 2011

O percurso de um rio (11º dia)

A rota de hoje cinge-se ao seguimento de um rio. Segundo o meu irmão, a minha aventura de hoje já é considerada um desporto oficial, o qual não me recordo do nome. Nunca largando o mapa pretendo seguir um rio com fama piscatória e, segundo esse mesmo mapa, arranjei um local que me pareceu um bom ponto de partida. E aqui estou eu! O mapa indica cerca de três pontos verdes, um ponto amarelo e dois pontos azuis ao longo de todo o rio, mas o que serão? Terá a ver com a biodiversidade da zona ou com os perigos presentes? Ou estará a minha ignorância acerca de interpretação de mapas a vir ao de cima? (…) Já andei cerca de 4,8km e estou bastante cansada, não pela distância, mas pelas condições que o solo me apresentou. No entanto este percurso não poderia ser mais produtivo! A água transpirava frescura enquanto perfurava e erodia os pedregulhos, ou rochas segundo a minha professora de biologia, haviam pequenos peixinhos a viver e a repousar sob aquela natureza, vi até uma lontra e outra bebé, observei os nítidos e tão naturais limites do rio, beijei a brisa que me percorria a face e guardava o leve cheiro a lavanda que percorria o ar e desfrutei de tudo isto com os alternados tons das folhas das árvores, da terra salpicada quando passava por uma poça ou berma de água, os tons do céu, dos pequenos animais, etc. (…) Por fim, desviei caminho e rumei a casa. (…) É verdade! Pelo que entendi os pontos verdes representam os espaços públicos/parques para as pessoas se sentarem a comer à mercê da natureza, os pontos azuis simbolizam os locais mais adequados para a pesca e o ponto amarelo representa o despejo de resíduos de uma ETAR.

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