quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Crónica: Refugiados em Portugal



Sou totalmente contra a vinda dos refugiados para Portugal. O impacto a longo prazo pode ser brutal a todos os níveis. Seja da educação, empregabilidade, criminalidade e paz. São os grandes nomes que poderão ser bombardeados. Se eu mandasse nunca faria parte da Convenção de Genebra que, em 1951, atribuiu responsabilidade aos países que os iriam acolher. É claro que todos eles têm direitos, são pessoas exatamente como nós e é por isso mesmo que não acho correto eles serem despejados em terras que nada têm a ver com os seus valores, as suas etnias, as suas crenças. É claro que as entidades defendem que existem condições em Portugal para os receber, óbvio, afinal eles só querem o problema resolvido. Estamos a ultrapassar uma crise e nem assim nos valorizamos a nós primeiro! Quantas Alemanhas e Noruegas já recusaram a entrada de estrangeiros, já defenderam a sua prosperidade! Nós, portugueses, gostamos de estar no fundo. E se a Alemanha vai ser o país que mais refugiados vai receber é porque soube negar muitas vezes para que, agora, tenha condições para tal. Se a economia de Portugal estivesse na média ou acima dela, se não houvesse uma fatia tão grande de imigrações, porque não aceitar essas pessoas? A questão é que Portugal não está nem perto dessas condições. E a verdade é que o problema não é para os superiores que vivem bem e guardados por dezenas de polícias, é sim para o povo que vai habitar as mesmas ruas que eles, não vai dormir descansado porque vão surgir conflitos, o povo vai ter filhos a brincar com crianças Sírias, habituadas a pegar em armas e a ver granadas a explodir. É aí que a educação vai ter um impacto enorme. E depois vem a parte mais grave, que é quando eles se acomodarem. Quando acharem que são da nossa Pátria mesmo quando o espelho lhes diz o quão diferentes são de nós. Eles vão começar a exigir, a exigir algo que é um direito para um cidadão Português. E quem vai ser atendido em primeiro? O refugiado. O refugiado que passará a andar de gravata, enquanto o Português se esfola por ganhar para ter uma casa que foi oferecida ao Sírio. Sim, por cada Sírio e Eritreu vão ser oferecidos 6000€!!! Quanto custa isso a ganhar a um Português? Tantos que imigram e são obrigados a refazer as suas vidas com o ordenado mínimo de Portugal! Como se sentirão as famílias que choram pelas pessoas do seu sangue estarem longe ao ver raças alheias a serem acolhidas de braços abertos, a receberem empregos que supostamente não existiam e que foram a causa de menos um membro numa família portuguesa, a receber um emprego que poderá ser o nosso ou dos nossos filhos! Portugal começou por propôr 1500 refugiados e já se prevê que exceda os 3000! E depois quem os vai mandar embora? Quem vai arrancar as raízes que eles já tiverem construído? Quem é que os vai atirar das fronteiras já com casas, empregos e filhos criados? Isto vai ser um paraíso para eles e duvido que alguém vá querer ir embora de livre vontade. Eles não são burros, muitos deles eram pessoas com bons empregos, com ideias fixas, enfim, com vontade própria! Sei que esta avalanche de pessoas é uma obrigação de cada país e é emergente distribuir a solidariedade de cada um, sim, eu sei disso. Mas, se eles têm forçosamente de vir, porquê comprar casas se existem tantas abandonadas e em condições razoáveis. Tudo será melhor do que recear a morte a cada segundo, certo? Arriscamo-nos a um dia apresentar o nosso país aos nossos filhos e netos da seguinte forma: os Portugueses estão um pouco por todo o mundo e os que ficam são os pobres do país, já as classes altas pertencem a desconhecidos quase do outro lado do mundo, dos quais não conhecemos a história do seu país, que vieram e nem precisaram de lutar para ficar, simplesmente entraram e ganharam o nosso território. Tão submissos que somos, não acham?

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