sexta-feira, 2 de janeiro de 2015


Foi um começo do ano tristonho. A companhia era boa, adoro o positivismo da minha mãe,  a descontração do meu pai e a simpatia da minha avó, mas o espírito era um pouco derrotista pelas circunstâncias da vida. Ouvir os foguetes, brindar e pegar nas doze passas não foi muito significativo para mim. Talvez os meus desejos nunca se realizem por nunca ter comido as passas, mas apenas por as trincar, porque o sabor é horrível! Mas enfim. Gosto sempre de pensar um bocadinho em cada pessoa que me é importante e reservar-lhe um desejo de boa sorte ou de saúde. É um momento em que me dá quase para chorar, porque associamos sentimentos a pessoas e a realizações que nunca tínhamos pensado com tanto afinco como naqueles minutos. É um momento de refleção, sem dúvida. É também o momento em que percebemos o que é realmente importante para nós e quem queremos "escolher" para estar ao nosso lado no novo ano. Talvez os desejos sejam sempre muito parecidos, mas são sentidos, acreditem. São simples, mas se forem realizados, tornar-se-ão uma dádiva!
Um excelente ano para todos!

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