sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Resumos natalícios


Mais uma consoada que passou e mais um nascimento do Menino festejado! Sim, vamos crer que ele nasceu realmente por esta altura, mesmo que os documentários da Discovery o refutem. Fechemos os olhos, vivamos o espírito e desfrutemos de momentos em família. Foi isso que aconteceu e foi, talvez, dos melhores natais de sempre! Não apenas pelas prendas, que foram estranhamente muitas, mas pela união de todos e pela vontade de sorrirmos genuinamente. Por entre piadas, histórias e jogos de cartas o Natal passou a correr e já deixa alguma saudade! O dia da consoada significa imenso para nós. Não é apenas o dia em que nos trancamos na cozinha a fazer bolos, não é apenas o banquete cheio que nos enche os olhos nem é apenas a árvore de natal nova a reluzir no canto da sala que nos faz viver o espírito mais intensamente. A verdade é que qualquer pormenor tem o seu destaque, mas a companhia é realmente especial todos os anos. O dia começa sempre com um levantar aflito da cama. Ingredientes comprados, aventais postos e toca a trabalhar! Num instante saíram da cozinha quase dez sobremesas, até que os preparativos para a mesa de jantar começaram. O que restou foram pequenas ilhas de farinha e açúcar espalhadas pela cozinha que foram o resultado de desastres típicos. A mesa é fulcral. Desde os guardanapos encarnados ao azeite caseiro, desde as entradas à masterchef às pinhas rodeadas de cetim vermelho, tudo conjugava na perfeição e rimava com as nossas maçãs rosadas! Pusemo-nos todos bonitos e caprichamos na ementa. Sabemos que depois do trabalho culinário todos nos encontramos com alegria na noite de consoada. É um encontro garantidamente mágico. As fotos reinaram, bem como o vídeo ao abrir as prendas. Foi a conjugação perfeita para uma consoada perfeita. A missa do galo seguiu-se e o fim da noite foi marcado pelo cansaço. Dormimos. Acordamos. E foi com os raios de sol que fizemos a mesa para o almoço de natal. Sim, era, finalmente, Natal! Lá pusemos os gorros de pai natal e fomos levados pelos filmes natalícios e pelo espírito competitivo do novo jogo de cartas que aprendi. Foi divino! Que hajam muitos natais assim.

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