quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Na cascata (18º dia)

Vestido, chinelos, mala, óculos de sol, toalha. Estou pronta para o dia de hoje. Depois da minha prima Vera estar a atinar e o meu avô ter finalmente conseguido um carrinho vermelho, as coisas parecem estar a encaminhar-se. Hoje foi uma questão de telefonar para a minha vizinha Diana, que ao que parece é a minha única amiga fora da família e que vive cá na aldeia. Por outras palavras, foi a única que resistiu ao cenário da vila ou da cidade. Ela acabou de chegar e a minha mãe vai levar-nos. (…) Não estou na Madeira a ver o “Véu da Noiva”, mas perece que me deparo com tal. Estou maravilhada com a paisagem e ainda mais com este ar fresco que não conhecera há uns largos anos! Vou só ficar a tostar-me um bocadinho e depois conto tudo. (……) Depois de chegar a casa, tomar um bom banho e estar quase a cair para o lado com este arrebatamento de sono recostei-me na cama. Bem, o dia de hoje foi fantástico. Um tanto perigoso, mas quando o objectivo é unicamente a diversão não se pensa em perigos. Andámos pelas partes mais baixas e demos uns valentes mergulhos. Finalmente consegui fazer o pino na água, ahaha. Contámos umas boas anedotas e tentámos apanhar uns peixinhos cinzentos e vermelhos! No fim rematámos o dia com um valente piquenique cheio de coisinhas boas, inclusive o bolo com mais chocolate que já vi na vida. Como a maluqueira não bastou, descemos a cascata na prancha da Diana sujeitas a que nos parasse a digestão. Foi uma loucura, quero mesmo repetir! Não paro de bocejar… boas noites querido diário.

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