sábado, 25 de setembro de 2010

Outono

Chegou mais uma estação! O tempo voa! Voa como as folhas do Outono. É altura de abrir as gavetas da meia-estação e de dormir bem aconchegada com os cobertores até ao pescoço e com a minha gatinha aos pés (para não gastar electricidade!).
É nesta altura que se introduz o Inverno e que se começa a ver os tapetes de folhas a revestir o chão, como aprendem as crianças na escola. Ver os dias a encurtecer, as gotículas de água no ar fresco, os salpicos nas manhãs frias, os pés gelados, o vento a querer entrar em casa, os relâmpagos a querer tocar-nos lá de longe....
Um bom Outono para vocês*.

Ai ai!!!

Hoje mal acordei senti uma indisposição no corpo todo, ainda pensei que fosse de me levantar muito depressa, mas as dores de cabeça estenderam-se para o meu humor... Fui ver se tinha febre, e felizmente não! Só sei que estava a ferver e tremia por todos os lados. O Outono faz-me isto. -.-"

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Começou bem :)

Sim, o primeiro dia de aulas foi bom! Gostei da directora de turma e claro dos meus colegas, que têm vindo a ser os mesmos desde o a primária, e alguns mesmo do jardim, o que é raro e é motivo de graça a todos os professores ao pensar que a nossa turma foi escolhida a dedo.
Preenchemos uns inquéritos, dialogámos uns com os outros e ainda assistimos a uma espécie de convívio entre os pais.

sábado, 11 de setembro de 2010

Começo da rotina

Começo a preparar-me psicologicamente que a rotina vem aí!
Vamos voltar a ver muitas pessoas, a ouvir muitos risos estéricos, a sentir emoções fortes, a começar a usar gorros e chachecóis (que me agrada!) e enfim, àquela vida em que passamos pouco tempo em casa e que ao fim do dia só nos apetece ir sonhar para a nossa caminha.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Adorei

Vi um perfil que adorei. Ora vejam:

- Não me venha falar de Razão... Não me cobre Lógica...

Não me peça Coerência... Eu sou pura Emoção!...
Tenho razões e motivações próprias... Sou movida por Paixão...
Essa é a minha religião... A minha ciência...
Não meça meus sentimentos... Nem tente compará-los a nada...
Deles sei eu... Eu e meus fantasmas...
Eu e meus medos... Eu e minha alma...

Suas incertezas me ferem... Mas não me matam!...
Suas dúvidas me açoitam... Mas não deixam cicatrizes...
Não me fales sobre as nuvens... Eu sou o Sol e a Lua...
Não conte as poças... Eu sou o mar... Profundo... Passional... Intenso...
Não exija prazos ou datas... Eu sou Eterna...
Não imponha condições.
Eu sou absolutamente incondicional...

Não espere explicações... Não as tenho... Apenas "aconteço"...
Sem hora... Local... Ou ordem...
Vivo em cada molécula...
Você não pode me ver... Mas pode me sentir...
Estou tanto na sua solidão... Quanto no seu sorriso...
Vive-se por mim... Morre-se por mim... Sobrevive-se sem mim...
Eu sou o começo... E sou o fim... (E todo o meio)... Sou o seu Objetivo...
A sua Razão que a própria razão ignora e desconhece...
Tenho milhões de definições...
Todas certas... Todas imperfeitas... Todas lógicas...
Apenas em motivações pessoais...

Todas corretas... Todas erradas... Sou Tudo...
Sem mim o Tudo é "nada"...
Sou amanhecer... Sou Fênix... Renasço das cinzas...
Sei quando tenho que morrer... E sei que sempre irei renascer...
Mudo os protagonistas... Mas nunca a história...
Mudo de cenário... Mas nunca o roteiro...
Sou o tempo... Sem medidas... Sem marcações...

Sou o clima... Proporcional a minha fase...
Sou o vento... Arrasto... Balanço... Carrego...
Sou o furacão... Destruo... Devasso... Arraso...
Eu sou o amor...

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Já me estou a imaginar

A vaguear pelas ruas de Lisboa... Este assunto veio a propósito de uma prima de uma amiga minha que veio cá passar umas férias. E lá ia ela contando algumas histórias que passava com as suas amigas lá em Lisboa.
E dei por mim a pensar como me aguentaria a viver lá. Seria estranho mudar de uma vila para a maior cidade do país.
Mas começei a ver as partes boas da coisa.
Sentia-me mais livre e mais indepente, atravessava a rua e ia ao fórum! Sería obrigada a crescer mais rápido, teríamos mais coisas para fazer, o que é óptimo.
Colocamos um pé na rua e observamos um mundo em movimento em que nos vamos integrar, captamos desde as pessoas cheias de pressa, com papelada numa mão e a chave de casa na outra às pessoas todas chiques ao irem tomar o seu café da manhã à pastelaria da esquina, desde prédios sem fim a lojas modernas e inovadoras, desde eléctricos repletos de gente para iniciar a sua rotina a turistas que passeiam e observam a paisagem nos autocarros de turismo.
Olhamos para um lado, observamos táxis e mais táxis, olhamos para o outro, miramos a ponte Vasco da Gama dotada de transportes!
Fiz uma viagem a Lisboa, e digo-vos, adorei!!! ;D
Mas não troco esta cidade pela calma da minha terra e das minhas raízes.

Não podia deixar de falar

Esta história da casa pia já se anda a tornar repetitiva nos telejornais portugueses. Não tenho uma opinião fundamentada quanto ao Carlos Cruz, mas não vou muito com a cara dele. O que é certo é que se ele for realmente culpado já devia ter tido um castigo bem doloroso, eficaz e rápido, sim porque acho indecente este assunto ter-se arrastado durante 8 anos. Deviam mandá-los a todos limpar as matas portuguesas, que bem precisam!
No caso de não serem os culpados andam a ser submtidos a vergonhas e acusões escusadas, e nesse caso um pedido de desculpas não era o suficiente.
Eu acho que esta história ainda vai dar muitas voltas nas cabeças das pessoas, muitas horas de tempo de antena e muitas ilibações por acontecer.

domingo, 5 de setembro de 2010

Para quê insistir?

Quando vejo aqueles parzinhos que aparentam ser o par perfeito, o par que não tem defeitos abro a boca e penso: é isto que os torna realmente felizes?
E de seguida reflicto: ou será que a aparência e a popularidade é o que é realmente importante?
Duvido muito que elas vejam neles o papel de príncipe encantado, e vice versa.
As relações caminham para pior, e não são só as pessoas antigas que o dizem! Começo a achar que antes haviam muitas bruxas por aí a cabo!
Existem relações mais abertas mas pontos de vista mais fechados...

É caso para dizer: enfim!...

Teyona Anderson
A esperança é a última a morrer, certo! Mas morre sempre, morre mesmo antes de muitos aspectos importantes.
E por isso o discurso daquelas pessoas cheias de auto-confiança irrita-me pela simples razão da suposta esperança que reina dentro delas, servir-lhes apenas para aumentar o ego.
Eu cá prefiro dizer que já fui ao velório da minha esperança, pois ela morreu, os meus pêsamos...
Nestes ricos casos as pessoas que mais se julgam importantes e cheias de confiança e popularidade, são na verdade as que mais se beliscam antes de dormir, as que mais se envergonham sem precisar da ajuda da vizinha que deixou cair o vaso das plantas em cima dela, as que mais sofrem, as que mais se enganam a si próprias...
É caso para dizer: enfim!...

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

E lá vou eu

...receber o meu diploma no dia 8 deste mês. Estou feliz por isso, mas mais ainda por reviver momentos com as minhas amigas!
Hilary Duff